Parque das Aves realiza exposição sobre a febre amarela chamada “A culpa não é do macaco” Entrada x

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O Departamento de Educação Ambiental do Parque das Aves está promovendo, entre os dias 1 e 3 de fevereiro, uma exposição sobre a febre amarela chamada “A culpa não é do macaco”. O evento está acontecendo quase ao final da trilha do Parque, das 9h às 16h30, e tem como objetivo esclarecer as dúvidas que os visitantes têm sobre a febre amarela, além de alertá-los sobre a importância de multiplicar com toda a população a informação de que o macaco não transmite a doença.

Durante os dias do evento, os visitantes que passam pelo Parque das Aves tem a oportunidade de acompanhar diversas atividades que o Departamento de Educação Ambiental do atrativo está organizando, além de participarem de interações. A exposição conta com quatro momentos, chamados de estações. A primeira estação traz máscaras e desenhos de macacos, servindo como instrumento para que os educadores possam apresentar e discutir o problema com as crianças. Já a segunda e a terceira estação são compostas por dois painéis explicando o que é a febre amarela, onde se manifesta e qual a conexão do macaco com esse ciclo, além de abordar a degradação ambiental e como os impactos no bioma podem desencadear doenças como essa. A quarta e última estação é a Árvore do Compromisso, onde os visitantes deixam uma mensagem comentando como podem ajudar a evitar que o macaco seja tido como transmissor da febre amarela.

“Apesar de o Paraná não ter casos de febre amarela, achamos importante discutir o assunto porque o Parque recebe muitos visitantes que moram em áreas de risco. Nesse sentido, podemos atender a demanda dessas pessoas, além de conscientizar a população local e demais  visitantes sobre a transmissão do vírus”, explica Camila Martins, coordenadora do Departamento de Educação Ambiental.

E como muitos locais de risco estão inseridos na Mata Atlântica, e o foco do Parque das Aves é trabalhar a conservação desse bioma, discutir esse problema se torna muito mais importante. “O que está acontecendo gera um grande impacto para o nosso país, especialmente para a biodiversidade da Mata Atlântica. Então queremos mostrar a complexidade desse problema dialogando com as pessoas, para que elas compreendam de uma forma crítica e aprofundada o que está acontecendo em relação à febre amarela”, finaliza Camila.




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